"Star Wars" é uma amostra da cosmovisão pagã que deve provocar os cristãos a como pregar. Comenta Augustus Nicodemus

Samuel Laudilio
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"Eu tinha 22 anos quando o primeiro "Star Wars" foi para as telas. Acompanhei a saga completa: episódios IV a VI e depois episódios I a III. A ordem inversa, dizem, é porque Yoda era o verdadeiro diretor.
George Lucas nunca escondeu a ideologia por detrás da série. O mundo de Star Wars é panteísta, maniqueísta e permeado de tecnologia. Essa combinação de tecnologia e panteísmo expressa a junção das culturas ocidental e oriental na visão moderna da nova era e da globalização, na qual o Deus dos cristãos não é necessário e onde o homem é o salvador de seu próprio destino. Com a ajuda da força.

O velho maniqueísmo domina a realidade, dividindo o mundo entre o bem e o mal representados por uma força onipresente e impessoal que se expressa das duas formas. Nada novo aqui.
O episódio VII que assisti ontem dá continuidade à estas ideias, com poucas surpresas que não contarei, para não ser acusado de "spoiler". Mas trata-se de muito do mesmo. O enredo é baseado em temas e cenas de episódios anteriores.
Para quem gosta de ficção científica como eu, e está de férias, o filme agrada.

Temas como salvar outros com risco da própria vida, renunciar aos seus interesses para ajudar outros, determinação para fazer o que é certo e a presença do mal em todo lugar ecoam de longe temas cristãos, mas podem ser atribuídos também à moralidade pagã estoica, por exemplo. Quem vai assistir pensando em achar um enredo cristão oculto, vai gostar mais de O Senhor dos Anéis.
O filme serve como uma amostra da cosmovisão pagã que mais e mais domina o ocidente e provoca o debate de como os cristãos podem anunciar o Deus único e verdadeiro em nossa cultura."

Rev. Augustus Nicodemus         Via: www.PortalValeGospel.com

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