A usina de ideias Pew Research Center
(PRC) fornece informações sobre tendências que constituem mudanças
entre os Estados Unidos e o restante do mundo. Segundo a subdivisão da
PRC que cuida de pesquisas sobre religião, o Forum on Religion and Public Life, não muito mais da metade dos cubanos é católico e ainda é menor o índice de praticantes.
Sob o ponto de vista do jornalista Randal C. Archibold, do The New York Times,
esta propensão ao culto evangélico deixa clara a ausência de comoção
por parte da população no comparecimento do papa até a ilha.
De acordo com o site do jornal Estadão,
os fatores que contribuiram com esta elevada aceitação foram a simpatia
de militares e membros do governo com o culto não católico, a ajuda das
igrejas dos Estados Unidos e a receptividade aos laços ancestrais de
Cuba com a África.

O
bispo Ricardo Diaz, líder da Igreja Metodista em Cubana, acredita que a
influência dos evangélicos na ilha vem aumentado gradativamente
O vínculo das igrejas evangélicas com
divisões eclesiásticas americanas estruturam ainda mais as igrejas em
Cuba. Os americanos auxiliam na manutenção através da expedição de
voluntários e material evangélico. Já os afro-cubanos, que passaram boa
parte do tempo impedidos de integrar a Igreja Católica, atualmente
conseguem vincular sua cultura através da música, que se misturam aos
ritmos africanos.
O bispo Ricardo Pereira Diaz, da Igreja
Metodista cubana, observa que o prestígio de fidelistas quanto à
comunidade evangélica cresce e sua presença é cada vez mais constante.
“É um sinal de que, aos poucos, nossa influência está aumentando entre
eles também”, afirma o bispo.
A Igreja Batista Ebenezer, em Cuba, já
recebeu autoridades religiosas como o reverendo Jesse Jackson e o líder
da nação do Islã, Louis Farrakhan. O pastor e integrante do parlamento,
Raúl Sánchez, afirma que a ilha “tem um rico espírito africano” e os
cultos religiosos devem compreender que “isso faz parte do tecido da
cultura do país”.
Fonte: The Christian Post
Via: www.PortalValeGospel.com


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