A celebração do batismo foi conduzida pelo pastor Adelson Martins,
que representou o pastor Walber Duarte, líder da organização não-governamental
(ONG) 100% Liberdade, que desenvolve trabalhos evangelísticos desde
setembro de 2009, resgatando a fé e proporcionando novas perspectivas
aos reclusos. Ele explicou aos internos que o batismo significa “nascer
para uma nova vida”, uma simbologia que representa um ato de mudança e
fé.“Ainda que vocês estejam privados de liberdade, a partir de hoje estão libertos pela presença poderosa de Cristo”, disse o pastor. Para o diretor do centro de recuperação, Janderson Paixão, entre os elementos previstos na Lei de Execução Penal brasileira, o que mais ressocializa é a assistência religiosa. O desafio como gestor é trabalhar concomitantemente a educação e o trabalho, aliados à religião.
Testemunho de internos:
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o marco de uma nova história. Cada interno firmou um compromisso com
Deus para ser multiplicador de um novo testemunho. A ajuda dos detentos
será fundamental para aliviar a tensão no cárcere”, continuou o diretor,
lembrando que a Susipe oferece uma ótima oportunidade para quem quer se
ressocializar. “Estava em liberdade, mas estava preso pela vaidade,
poder e dinheiro. Foi preciso acontecer tudo isso comigo para eu
conhecer o caminho que leva à boa fama”, disse o interno João Batista
Ferreira Bastos.O interno Sidney Carlos da Silva disse acreditar que o acesso à religião é a principal ferramenta para ressocializar a pessoa privada de liberdade. “O batismo representa o resultado de sucesso do trabalho de reinserção social e o apoio que a direção da casa penal tem garantido”, comentou. Representantes das igrejas participantes vão aos estabelecimentos prisionais uma vez por semana para pregar o Evangelho e ressocializar os internos.
Segundo pesquisas o individuo que tem conversão religiosa se torna uma pessoa com uma maior chance de se ressocializar e ter uma vida pautada no amor.
NOTA: Diante desta perspectiva evangelismos feitos em presídios por ONGs e igrejas através de missionários tem crescido nestes últimos anos, que através da pregação do evangelho que liberta, vem oferendo uma nova vida a muitos aprisionados. A porcentagem de pessoas que realmente aceitam e se tornam um pessoa realmente transformada supera os que voltam as práticas de antes do batismo. Glória a Deus por isso.


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