
País necessita de missionários que levem o amor de Cristo através de projetos sociais
Na Mongólia, país que recentemente saiu do comunismo e está vivendo um
processo de desenvolvimento muito rápido, a necessidade de Jesus é
gritante.
A partir do século XIII, o povo mongol teve uma história de glória,
sobre tudo com seu grande líder Gengis Khan, cujos bustos, estátuas e
referências estão em toda parte, até na moeda e no nome do aeroporto.
Aquele glorioso passado também teve sua oportunidade de conhecer o
verdadeiro Deus. Conta-se que há mais ou menos 700 anos, Kublai Khan
(neto de Gengis Khan), através de Marco Polo, pediu ao Papa que enviasse
100 missionários para ensiná-los a fé cristã, mas eles nunca chegaram
aqui. Apenas dois responderam ao apelo, mas não chegaram à Mongólia. O
imperador então convocou os monges budistas e esses responderam o seu
apelo.
Como resultado disto, o budismo se tornou a principal religião do país.
Além dela, o xamanismo também é praticado, com cultos aos elementos da
natureza e práticas de curandeirismo. As duas religiões se mesclam. Os
cristãos são poucos e o sincretismo pode ser sentido em algumas igrejas.
Há alguns missionários trabalhando, mas muitos têm voltado pelas
condições difíceis no país, sejam climáticas ou políticas. O governo tem
endurecido as leis para obtenção de vistos e vários obreiros têm saído
do país por falta de renovação de seus documentos. Além disso, é muito
difícil registrar uma igreja na Mongólia.
Há necessidade de missionários para a Mongólia
O país necessita de missionários que levem o amor de Cristo através de
projetos sociais que ajudem idosos e crianças; projetos que envolvam
geração de emprego e renda; evangelização de vilas no interior do país;
treinamento de liderança local etc. Há liberdade religiosa, mas não se
pode entrar com visto de missionário; daí a importância de profissionais
que queiram investir suas vidas nesse inóspito mas necessitado país. “A
falta de amor é uma marca nos relacionamentos humanos. Só mesmo o
verdadeiro amor de Jesus poderá mudar a história da Mongólia”, afirma
pastor Marcos Peres, coordenador de missionários da JMM.
Perfil de missionários para o país
Devem conhecer bem o inglês e estar dispostos a aprender uma língua
complexa, com caracteres cirílicos e com sons inexistentes na língua
portuguesa; resistir a um frio de até -40ºC em determinadas épocas do
ano e a poluição na capital, por causa de usinas com chaminés abertas o
dia todo; a resistência de um povo que não tem uma cosmovisão cristã;
perfil profissional, que alie o trabalho missionário com algum projeto
empresarial ou social; casal sem filhos ou com filhos bem pequenos,
visto que o investimento é para toda uma vida.
Fonte: Junta de Missões Mundiais Via: www.PortalValeGospel.com

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