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| 2,262 mil se inscreveram para estar na 5ª AGE |
Pastor José Wellington defendeu representação política cristã nas Câmaras municipais
Pensando
em proteger a igreja enquanto organização, os pastores que estão
reunidos em Alagoas nesta 5ª Assembleia Geral Extraordinária da CGADB
também falaram sobre a importância da representação política dos
evangélicos nas câmaras municipais.
O
assunto entrou em debate e vários obreiros apresentaram suas opiniões.
Nesta tarde, o pastor e deputado federal Paulo Freire (SP) falou a
respeito da atuação da atual bancada evangélica na Câmara e os
enfrentamentos diários.
Já
o pastor-presidente da CGADB, pastor José Wellington Bezerra da Costa,
reforçou que vereadores devem ser eleitos no próximo pleito para
defender os princípios cristãos nos municípios. “Precisamos de
representantes também nas Câmaras municipais e os candidatos evangélicos
terão apoio irrestrito desta Convenção”, lembrou.
O
pastor José Wellington Bezerra falou ainda sobre a tramitação de
projetos que poderão futuramente prejudicar a igreja cristã e a família
no Brasil. De acordo com o pastor, existe a necessidade em caráter de
urgência de a igreja mostrar para toda a sociedade seu posicionamento.
“Senhores
obreiros, a família está ameaçada no Brasil. Querem acabar com a
família em nome de um poder”, enfatizou. Ele acrescentou ainda que já
está circulando nos bastidores políticos projetos legitimam tratamentos e
direitos considerados absurdos do ponto de vista cristão.
“Querem
retirar os termos pai e mãe dos documentos oficiais, oferecer cirurgias
de mudança de sexo a partir dos 14 anos de forma gratuita e até acabar
com o dia dos pais e das mães para não constranger os homossexuais”,
contou o pastor-presidente.
Alterações no credo
A
AGE discute uma proposta de reforma do Credo oficial das Igrejas
Evangélicas Assembléia de Deus no Brasil, com a inclusão do mesmo no
Estatuto Social da CGADB, com a sugestão de inclusão nos Estatutos das
afiliadas, em razão da proteção constitucional prevista no artigo 5º,
inciso VI, da Constituição Federal à liberdade de crença e de
consciência, em razão de mudanças previstas na legislação, ora em
apreciação pelos órgãos legislativos próprios.
Além
disso, existe a proposta de reforma do Estatuto formulado pela Comissão
designada pela Mesa Diretora, que altera os artigos 8º, incisos II e
IV, 15, § 6º, 37, inciso IV, 45, 84 e 86, inciso II, do Estatuto Social e
de reforma do Regimento Interno, com a adequação do mesmo em razão das
mudanças aprovadas no Estatuto Social.
Via: www.PortalValeGospel.com


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